Estudos de coordenação e seletividade do sistema elétrico para BT e MT. Garantimos que uma falta isole apenas o trecho afetado, preservando a continuidade operacional do restante da planta.
Cálculo das correntes de curto-circuito trifásico, bifásico e monofásico em todos os barramentos do sistema, para dimensionamento correto do poder de ruptura dos equipamentos.
Ajuste das curvas de atuação de disjuntores, fusíveis e relés de proteção para que atuem em sequência hierárquica correta, isolando apenas o circuito em falta.
Verificação da seletividade entre os dispositivos de proteção em série, garantindo que apenas o dispositivo mais próximo da falta opere, mantendo os demais energizados.
Análise do fluxo de potência ativa e reativa no sistema, identificação de cargas desequilibradas, quedas de tensão e necessidade de correção de fator de potência.
Identificação e quantificação de harmônicos gerados por cargas não-lineares (inversores, UPS, fornos), com indicação de filtros passivos ou ativos quando necessário.
Parametrização de relés de proteção (sobrecorrente, diferencial, distância), com relatório de ajustes e verificação de conformidade com o estudo de coordenação.
Levantamento dos dados do sistema: diagrama unifilar, dados de transformadores, geradores, cabos, cargas instaladas e dispositivos de proteção existentes.
Modelagem computacional do sistema elétrico em software especializado para simulação de curtos e análise das curvas características dos dispositivos.
Verificação das coordenações existentes, identificação de falhas de seletividade e definição dos ajustes ótimos para cada dispositivo de proteção.
Elaboração do relatório com curvas Tempo-Corrente (TCC), tabela de ajustes, memorial explicativo e recomendações de melhorias. ART emitida pelo engenheiro.
Sistemas elétricos sem estudo de coordenação costumam ter dois problemas críticos: proteções que não atuam quando deveriam (falta não isolada, dano se alastra) ou proteções que atuam em excesso, derrubando cargas saudáveis desnecessariamente.
Para plantas industriais com produção contínua, um disjuntor mal coordenado pode custar horas de parada, produto perdido e danos à reputação operacional. O estudo paga a si mesmo na primeira ocorrência evitada.
Sempre que houver ampliação significativa de carga, troca de transformadores, conexão de geração distribuída, ou se a planta nunca teve um estudo formal de coordenação.
Sim. Coordenação e seletividade são igualmente importantes em BT, especialmente em plantas com muitos quadros em cascata ou equipamentos críticos como servidores e UTI.
Sim. Podemos realizar todo o ciclo: estudo, definição de ajustes, parametrização dos relés em campo e verificação funcional, entregando o sistema calibrado.
Atendemos Grande ABC e São Paulo. Resposta rápida, sem burocracia.